quinta-feira, 26 de abril de 2018

VERGONHA ALHEIA - Sessão Solene em comemoração aos 10 anos do Hospital Regional de Santa Maria-DF


Comemorar o quê???

Resultado de imagem para hospital regional de santa mariaHoje (26), aconteceu uma Sessão Solene em comemoração aos 10 anos de existência do Hospital Regional de Santa Maria. Hospital esse que custou mais de 120 milhões de reais aos cofres públicos e que tem sido manchete do descaso com a saúde pública na cidade.

A Sessão foi feita na surdina, sem que a comunidade fosse convidada. Por receio de uma possível manifestação o evento ocorreu timidamente em um auditório do hospital com a presença de servidores e "autoridades", apenas.

Certamente, se a comunidade e lideranças comunitárias estivessem sabendo dessa Sessão Solene, a comemoração teria sido bem diferente. As palmas, os discursos e o bolo seriam para mostrar a indignação de mães que perderam seus bebês por falta de atendimento no Centro Obstétrico. Pelas vidas que foram perdidas por falta de leitos na UTI. Pelas sequelas que pacientes adquiriram pela demora e pela falta de atendimento no Centro Ortopédico. Pelo fechamento da Pediatria, dentre outros problemas que enfrentamos diariamente e que pelo visto nossos excelentíssimos representantes fingem não ver.

No Hospital Regional de Santa Maria falta tudo! Só não falta vergonha na cara de quem deveria fiscalizar essas mazelas na saúde pública do DF e principalmente de governos que fingem estar tudo bem, se balizando por índices e propagandas enganosas, quando na verdade a vida real das pessoas padece com o descaso na saúde pública.

Parabéns Hospital de Santa Maria, 10 anos de existência. É muito bonito ver a direção comemorando as paredes levantadas de um elefante branco da nossa cidade. Bom, não se pode ser chamado deste nome, pois o que falta é gestão, pela redução de leitos de internação, pela redução de exames.

Agradecemos pela falta de cirurgias, pelo péssimo atendimento à população, pelo fechamento de leitos de UTI, pelo aparelho de Raio X que está quebrado há dias, pela falta de insumos básicos e principalmente pela falta de respeito com a população.

Comemorar o que mesmo???


Fonte - Radar Santa Maria/Nathan Rodrigues

ACORDO PODE LEVAR LULA PARA UMA SALA ESPECIAL DO EXÉRCITO

Notibras


A Polícia Federal (PF) pediu à Justiça a transferência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado pela Operação Lava Jato, da “cela” especial montada no prédio da superintendência em Curitiba. O pedido, que será analisado pela juíza federal Carolina Moura Lebbos, precipita a indicação no processo, pelo ex-presidente e sua defesa, de um local para cumprimento da pena de 12 anos e um mês no caso triplex do Guarujá (SP).

Partidários de Lula não descartam a possibilidade de indicar uma unidade das Forças Armadas, que possa dispor de uma “sala de Estado-Maior”, em São Paulo – próximo de seu domicílio – para cumprimento da pena. Preocupado com o isolamento político e o efeito nas urnas, o argumento no debate jurídico é de que para o caso de um ex-chefe de Estado preso por crime comum não há precedente. Em outros países, dizem dirigentes petistas, ex-presidentes presos ficam em quartéis do Exército e têm contato com o mundo exterior.

O quartel do Exército em Curitiba chegou a ser uma das possibilidades de local para início do cumprimento da pena, antes da definição da “cela” especial da PF. Localizado no bairro Pinheirinho, área central da cidade, a unidade ocupa cinco quadras e pode abrigar uma sala de Estado-Maior. A unidade dos Bombeiros na capital paranaense também tinha condições de receber o petista, mas foi descartada.

PT, sindicatos e apoiadores estão organizando uma grande manifestação no acampamento montado desde a prisão de Lula no entorno do prédio da polícia, no bairro Santa Cândida.A solicitação da PF feita 15 dias após seu encarceramento – na sexta-feira, 20, sob sigilo – tem como base os custos e transtornos gerados pela manutenção de Lula sob custódia na Superintendência em Curitiba e os riscos previstos com as manifestações do dia 1.º de maio, Dia do Trabalhador.

O Sindicato dos Delegados da PF no Paraná havia solicitado no dia 11 – menos de uma semana depois da prisão – ao superintendente local, Maurício Valeixo, a transferência “para outro local que possa oferecer condições de segurança e que não traga os transtornos e riscos à população e aos funcionários da Polícia”.

Em nota, a entidade registrou que a “medida mais acertada seria a transferência imediata do ex-Presidente para uma unidade das Forças Armadas, que possua efetivo e estrutura à altura dos riscos envolvidos”.

Parecer contrário – Na noite desta terça-feira, 24, o Ministério Público Federal emitiu parecer no processo contra a transferência de Lula da PF, em resposta a pedido feito pela Prefeitura de Curitiba, e indicou a PF como local para sua permanência.

“Neste atual momento, à princípio, é difícil afirmar a existência de outro local no Estado do Paraná que possa garantir o controle das autoridades federais sobre as condições de segurança física e moral do custodiado”, informou a força-tarefa, em processo aberto pela 12ª Vara Federal, após pedido da prefeitura, na segunda semana de prisão.

O município solicitou a remoção do preso, alegando transtornos ao moradores do entorno do prédio. O pedido mais recente veio da Assembleia Legislativa do Paraná, por meio de uma parlamentar que requereu a transferência para o Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, que é unidade prisional do governo do Estado, onde está a maior parte dos presos provisórios e alguns dos condenados da Lava Jato.

“Manifesta-se o Ministério Público Federal pelo indeferimento do pedido de transferência de Luiz Inácio Lula da Silva formulado pela Procuradoria-Geral do Município de Curitiba/PR mantendo-se o apenado custodiado na Superintendência Regional da Polícia Federal em Curitiba/PR.”

Destino – A defesa de Lula pretendia não tocar no tema transferência no processo de execução da pena, aberto na 12ª Vara Federal de Curitiba, pela juíza Carolina Lebbos, antes de esgotados os recursos do processo nos tribunais superiores. O criminalista Cristiano Zanin Martins diz que a pena é injusta e ilegal.

Desde esta terça, estão em curso os pedidos de recurso especial e recurso extraordinário no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), que podem reverter a prisão e, principalmente, anular a condenação.

Se do ponto de vista jurídico, a defesa ainda espera rever a condenação e a ordem de execução da pena, politicamente o problema é o efeito eleitoral. A necessidade de discussão sobre a transferência de Lula e a indicação de uma unidade para cumprimento da pena podem ser vistas como o fim do projeto de candidatura do ex-presidente.

Uma ala do PT entende que não existe alternativa e que Lula deve permanecer como candidato. Outra entende que quanto antes ele indicar um nome, mais fácil será chegar ao eleitor petista, principalmente os mais distantes dos grandes centros, o recado de apoio – para que exista transferência de voto. Todos, no entanto, aguardam uma manifestação pessoal que venha do ex-presidente.

Isolamento – Isolado do contato esperado com políticos e aliados do PT na “cela” especial montada na PF, Lula tem enviado mensagens escritas para aliados do partido em que diz não reclamar das condições físicas do cárcere.

Com 15 metros quadrados, a “cela” é igual uma suíte simples: tem cama de solteiro, mesa com cadeira, uma TV, armário embutido, banheiro com chuveiro quente, duas janelas e não tem grades. O problema é a falta de acesso aos aliados políticos e do partido

Na segunda-feira, 23, a juíza determinou que só a família e os advogados farão visitas ao ex-presidente durante o período em que estiver na PF. A decisão saiu depois de 23 pessoas pediram para visitar Lula como “amigo”, usando a Lei de Execução Penal – entre eles, a ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, entre outros.


Fonte - Notibrás

Exploração sexual em boate no SIG dá prisão


Uma denúncia de violência doméstica foi o que levou a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) a descobrir uma casa de prostituição situada no Setor de Indústrias Gráficas (SIG). As investigações tiveram início em 2015 a pedido do Ministério Público, e ontem foi deflagrada a Operação Lupanar, que prendeu temporariamente três suspeitos de exploração sexual feminina.

Após a primeira denúncia, que partiu de uma ex-garota de programa envolvida com um dos suspeitos, novas denúncias de favorecimento e exploração sexual surgiram. A partir daí a Deam passou a investigar o caso e chegou até a Apple’s Night Club, apontada como a casa de prostituição envolvida no caso.

O estabelecimento funciona desde o ano 2000. Segundo a polícia, a prostituição era coordenada pelo proprietário, o gerente e um segurança. Eles dividiam as tarefas para que a logística funcionasse.

Para a contratação do programa, era necessário que as mulheres acertassem uma consumação mínima por parte dos clientes, que girava em torno de duas a três doses de bebidas alcoólicas. Já os programas eram cobrados entre R$ 500 e R$ 800. Desse valor, de 20% a 25% ficavam para a casa.
“É importante ser dito que a prostituição não é crime no nosso País, mas a sua exploração e facilitação são crimes previstos no Código Penal brasileiro”, pondera Sandra Melo, delegada da Deam. Os suspeitos serão indiciados por favorecimento à prostituição, manutenção de casa de prostituição, rufianismo (tirar proveito da prostituição) e associação criminosa, podendo pegar de seis a 17 anos de prisão somando todos os crimes.

Menores envolvidas

De acordo com a delegada, denúncias apontam que menores estariam envolvidas com a prostituição, usando documentos falsos. “Uma das denúncias indicava que adolescentes trabalhavam ali ocasionalmente, mas ainda é preciso realizar a apuração”, pondera.

Multa de R$ 100 por falta

Foram cumpridos três mandados de prisão temporária em desfavor de F.M.M., 45 anos, E.S.S., 44 e T.R.T., 26, além de mandados de busca e apreensão. Um deles foi detido na boate, e os outros em casa. A identidade deles não foi revelada.

Durante o cumprimento dos mandados foram encontrados e apreendidos documentos que comprovaram uma logística de controle dessas mulheres: “Para cada dia de falta eram cobrados R$ 100 de multa das garotas de programa. Além disso, havia um esquema muito organizado, com cobrança por intermédio de máquinas de cartões”, explica a delegada.

A Apple’s Night Club possui alvará de funcionamento de restaurante e bar. Até ontem, pelo menos, ela continuava aberta. Segundo a Polícia Civil, o fechamento do estabelecimento cabe à Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis).

A agência foi procurada pela equipe do JBr., mas, devido ao horário (fim da tarde), a assessoria alegou que não seria possível atender a demanda ontem.


Fonte - Jornal de Brasília

CORRUPÇÃO NO MANÉ PÕE AGNELO, ARRUDA E FILIPPELLI NO BANCO DOS RÉUS

Notibras


A 12ª Vara da Justiça Federal de Brasília acatou nesta quarta-feira (25) denúncia do Ministério Público Federal (MPF-DF) contra 12 pessoas no âmbito da Operação Panatenaico, da Polícia Federal, que investiga fraudes e desvios de recursos públicos em obras do Estádio Nacional Mané Garrincha para a Copa do Mundo de 2014. Tornaram-se réus os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda (PR) e Agnelo Queiroz (PT), e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (MDB), além de mais nove pessoas.

De acordo com o MPF, “a partir do ano de 2008, a construção/reforma do Estádio Nacional Mané Garrincha tornou-se fachada para um esquema de corrupção que englobou agentes públicos e dirigentes das construtoras Andrade Gutierrez e Via Engenharia, envolvendo pagamento de vantagens financeiras, fraudes de processo licitatório e desvio de recursos públicos”. As obras no estádio haviam sido orçadas inicialmente em R$ 600 milhões, mas custou aos cofres públicos mais de R$ 1,6 bilhão.

A denúncia acusa o ex-governador Agnelo Queiroz de ter recebido pagamento indevido de R$ 6,495 milhões. José Roberto Arruda, por sua vez, teria embolsado R$ 3,92 milhões, e Tadeu Filippelli, R$ 6,185 milhões. Os réus vão responder por organização criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e fraude à licitação, em uma denúncia que foi dividida em três ações penais.

A Operação Panatenaico teve origem em depoimentos de ex-executivos da Andrade Gutierrez em delação premiada assinada no âmbito da Operação Lava Jato.Também foram denunciados Maruska Lima de Sousa Holanda, ex-diretora de Edificações da Novacap e ex-presidente da Terracap; Nilson Martorelli, ex-presidente da Novacap; Fernando Queiroz, proprietário da Via Engenharia; Rogério Nora de Sá, ex-presidente de Construção Brasil da Andrade Gutierrez e ex-presidente da AG América Latina; Jorge Luiz Salomão, acusado de ser operador do ex-governador Agnelo Queiroz; Sérgio Lúcio Silva de Andrade, acusado de ser operador de Arruda; Afrânio Roberto de Souza Filho, acusado de ser operador de Filippelli; Luís Carlos Alcoforado, ex-advogado de Agnelo, acusado de receber propina destinada ao petista; e Wellington Medeiros, ex-desembargador e advogado, acusado de receber propina para Arruda.

Defesa – Em nota, a assessoria de Luís Carlos Alcoforado disse que ele jamais foi operador de Agnelo Queiroz, “mas advogado, sem receber, contudo, os honorários devidos. Também, prestou serviços à Andrade Gutierrez, fato incontestável. Por fim, ressalta que jamais foi apontado como operador de Agnelo pelos delatores, motivo pelo qual reforça a tolerância e a parcimônia de esperar o desfecho da Justiça.”


Fonte - Notibrás

CELSO DE MELLO ARQUIVA AÇÃO DE JEAN WYLLYS CONTRA BOLSONARO

Notibras


O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu arquivar um processo movido pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) contra Jair Bolsonaro (PSL-RJ) que apurava a suposta prática de crimes contra a honra. Para o ministro, a imunidade parlamentar conferida a Bolsonaro não permite que o congressista seja responsabilizado no caso.

O processo gira em torno de uma discussão em torno de um projeto de lei ocorrida em sessão da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Na ocasião, Bolsonaro teria se referido a Jean Wyllys como “idiota” e “imbecil”. A Procuradoria-Geral da República (PGR) já tinha se manifestado pelo arquivamento do processo.

Para Celso de Mello, há “de ser ampla a liberdade de palavra assegurada aos membros do Congresso Nacional, ainda mais quando essa prerrogativa constitucional for exercida, como sucedeu no caso ora em exame, no âmbito da própria Casa legislativa a que pertence o parlamentar e for praticada em plena sessão de comissão técnica reunida para debates de determinado projeto de lei”.

“Considerada a própria jurisprudência que o Supremo Tribunal Federal firmou no tema ora em exame, que discursos e debates proferidos no âmbito das Casas legislativas, que veiculem imputações moralmente ofensivas, estão amparados, quer para fins penais, quer para efeitos civis (…) pela cláusula de inviolabilidade, pois nada se reveste de caráter mais intrinsecamente parlamentar do que os pronunciamentos feitos na esfera do Poder Legislativo”, concluiu o ministro, em decisão assinada no dia 17 de abril. O gabinete de Jean Wyllys foi procurado, mas não havia respondido à reportagem até a publicação deste texto.


Fonte - Notibrás

'Fomos acusados sem provas', diz bispo de Formosa

D. Ronaldo saiu direto do presídio para a residência episcopal, em vez de se hospedar na Casa do Clero, para padres doentes e idosos, conforme lhe aconselharam.

Blog do Sombra


Foram 30 dias de prisão, a tristeza de não celebrar a missa, a rotina sem noção de tempo, a mágoa de sofrer acusações para ele injustas e, acima de tudo, humilhações que considera impensáveis, como as duas vezes em que foi obrigado a ficar quase nu, só de cueca, para a revista aos presos.

Acusado de desvio de R$ 2 milhões de recursos das 33 paróquias da diocese de Formosa (GO), d. José Ronaldo Ribeiro, de 61 anos, foi solto na terça-feira e reuniu parentes e colaboradores na capela improvisada da residência episcopal, de 15 m², para agradecer a Deus estar de volta para junto do rebanho – cerca de 400 mil pessoas, em 23 municípios. “Fomos massacrados, acusados sem provas, com um método absurdo de condenar, prender e apurar”, disse d. Ronaldo em entrevista ao Estado, a primeira desde a prisão.

Ao seu lado estava outro acusado, o padre Thiago Wenceslau, juiz eclesiástico com doutorado na Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, que chegou a Formosa em um domingo e foi preso na manhã seguinte, acusado de agir com o bispo. Padre Thiago chorou o tempo todo na missa na capelinha particular. Fez cinco dias de jejum, em sinal de protesto contra a prisão, e foi o último a ser libertado, 24 horas após a soltura de d. Ronaldo, um monsenhor, três padres e dois empresários presos na Operação Caifás, sob acusação de falsidade ideológica e desvio de dinheiro das paróquias.

D. Ronaldo saiu direto do presídio para a residência episcopal, em vez de se hospedar na Casa do Clero, para padres doentes e idosos, conforme lhe aconselharam. “Vim para cá, porque esta é minha morada. Eu ainda sou o bispo de Formosa, embora afastado”, afirma.

Mas quem decidirá onde ele deve ficar é o administrador apostólico, d. Paulo Mendes Peixoto, arcebispo de Uberaba (MG), designado pelo papa Francisco para dirigir a diocese na ausência do titular. Ele deixou a Assembleia-Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em Aparecida (SP), para passar o fim de semana em Formosa. Viajou a conselho do núncio apostólico, d. Giovanni D’Aniello, para confortar d. Ronaldo.

O bispo de Formosa permanecerá fora do cargo até a definição de sua situação na Justiça. Se for absolvido e o papa permitir, pretende retomar suas funções, embora admita reavaliar a intenção. Depende da aceitação dos fiéis, até agora aparentemente sem fissuras. Mesmo com as prisões, as missas de domingo continuaram cheias. “É evidente que, se muitas pessoas me apoiam com sua solidariedade, há também um pequeno grupo que pretende me afastar, por discordar de meu estilo e de minha orientação pastoral.”

Ele se refere aos padres que, na sua avaliação, armaram as denúncias para se livrar dele. “É um grupo articulado que armou esse esquema há anos, desde minha passagem pela Diocese de Janaúba (MG), de onde fui transferido para Formosa em 2014.” Segundo o bispo, a armação começou quando ele levou para Janaúba ex-dependentes de drogas de quem cuidava no trabalho pastoral. Disse que, para ajudá-los, sua conta ficou negativa.

Fazenda e lotérica. Na acusação do Ministério Público de Goiás, d. Ronaldo é citado como chefe de um grupo que teria desviado mais de R$ 2 milhões do dízimo ofertado às paróquias, segundo denúncia assinada por 30 de seus diocesanos. O dinheiro teria comprado uma fazenda de criação de gado e uma lotérica. “Sou inocente, tenho certeza de que nada fiz de errado”, afirma. Segundo ele, quem fez a compra foi padre Moacyr Santana, com recursos próprios, o que não caracterizaria crime.

O administrador apostólico, d. Paulo Peixoto, que está investigando as denúncias, diz que, até o momento, parece não ter havido irregularidades. Os bispos do Regional Centro-Oeste, que compreende as dioceses de Goiás e Distrito Federal, viajarão a Formosa, nas próximas semanas, para levar conforto e solidariedade a d. Ronaldo e aos demais acusados.

Como a Justiça impôs medidas cautelares, d. Ronaldo está proibido de sair de Formosa e foi obrigado a entregar o passaporte. "Disseram que eu pretendia fugir do País porque preparava uma viagem a Roma para participar de uma reunião do Movimento Neocatecumenal", diz. Acolhido ao sair da prisão pela mãe, dona Nilda, de 90 anos, e por alguns de seus irmãos, ele tem tido a assistência de parentes e amigos, que lhe fazem companhia e se oferecem para cozinhar.

Denúncia. O promotor Douglas Chegury afirma que a investigação toma por base denúncia de um grupo de 30 fiéis. "Mandaram informações por escrito, em um documento assinado, apontando supostas irregularidades que haviam identificado."

Ele destacou que as provas coletadas no processo, desde 2017, eram suficientes para pedir a prisão preventiva. "Houve ocultação de provas e a intimidação de testemunhas."


Fonte - Blog do Sombra

Adolescentes brigam em escola após um deles chamar o outro de macaco

Jovens foram levados à delegacia e a mãe do agressor foi convocada. Nos dois primeiros meses de 2018, 64 casos similares foram registrados


Um adolescente de 16 anos foi apreendido por injúria racial cometida dentro de uma escola em Santa Maria. O menino teria chamado um colega de macaco e os dois brigaram. Tudo aconteceu por volta das 9h desta segunda-feira (23), no Centro de Ensino Fundamental (CEF) da quadra 213. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, só nos primeiros dois meses deste ano, 64 casos foram registrados no DF.

Conforme a ocorrência, os dois envolvidos já haviam sido separados e acompanhados pelo coordenador escolar quando a Polícia Militar do DF (PMDF) chegou. Eles conduziram o suspeito e a vítima, também de 16 anos, para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), na Asa Norte. Dali, o agredido voltou para a escola e a mãe do infrator foi convocada.

A injúria racial está prevista no artigo 140 do Código Penal, que prevê pena de reclusão de um a três anos, além de multa, a quem ofender a dignidade de alguém com base em elementos sobre raça, cor, etnia, religião, idade ou deficiência. É diferente de racismo, que implica na conduta discriminatória voltada a um grupo ou coletividade – é crime inafiançável e imprescritível em que o suspeito pode ser punido a qualquer tempo.

Segundo a SSP, de janeiro a outubro, foram registrados 352 casos, um aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano passado, quando houve 317 ocorrências. No DF, os casos são investigados por uma unidade especializada, a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). Entre 2011 e 2016, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou 358 pessoas por discriminação racial.

DENUNCIE

Além do boletim de ocorrência registrado nas Delegacias de Polícia, a Polícia Civil do Distrito Federal disponibiliza quatro meios para recebimento de denúncias: o telefone 197, o site www.pcdf.df.gov.br, o email: 197@pcdf.df.gov.br e o whatsapp (61) 98626-1197. Não é necessário se identificar. O sigilo é absoluto.


Fonte - Jornal de Brasília

A Verdade sobre a demissão de Thyara Zavaglia

​Uma história banal: o secretário apertou o governador — “ou ela ou eu” — e a subsecretária foi demitida

Hélio DoyleHélio Doile


Perguntam-me por que a subsecretária de Publicidade, Thiara Zavaglia, foi demitida pelo governador Rodrigo Rollemberg e o que isso significa para o governo. Acho natural que perguntem: Thiara já trabalhava com Rollemberg no Senado, foi peça importante do núcleo de comunicação na campanha eleitoral que coordenei e comandava a publicidade do governo desde o início do mandato, quando eu era o responsável pela comunicação. Sua queda, é claro, surpreendeu.

Ninguém espera que os veículos de imprensa contem a história além do mero registro, pois quase todos dependem da verba publicitária do governo e temem a caneta de quem armou a queda de Thiara — o secretário de Comunicação, Paulo Fona. Que, ignorando uma das características do líder, detesta a ideia de ter a seu lado alguém mais competente que ele. Outra característica de um líder, aliás, é não gritar histericamente com subordinados, ofendê-los e constrangê-los com frases como “não perguntei sua opinião”.

Os motivos para a demissão da subsecretária de Publicidade são claros: o secretário tem agora o campo totalmente livre para fazer o que quiser na área, pode ajudar os amigos e executar, sem críticas que ferem sua extrema vaidade e afloram sua forte insegurança, as práticas e métodos da velha e superada comunicação governamental da qual é adepto.

Thiara, por diversas vezes, impediu que o secretário fizesse o que a lei e as normas não permitem e mostrou os erros de comunicação e de técnica publicitária que seriam cometidos (e muitos foram) caso prevalecessem as ideias dele. Um dos últimos choques entre eles foi porque os executores do contrato de publicidade, corretamente, notificaram uma das agências contratadas por não estar pagando em dia seus fornecedores. Como se sabe, o secretário, antes de assumir o cargo, trabalhava nessa agência — o que deveria impedi-lo de exercer a função na secretaria contratante.

Embora tivesse de se submeter às ordens do chefe, Thiara era a derradeira resistência no governo à velha comunicação, irmã da velha política. Era a última integrante da equipe que montei, em 2015, com a disposição e talento para superar os antigos e ultrapassados manuais da comunicação governamental e executar políticas e ações sintonizadas com os novos tempos que vivemos e com a — hoje se sabe enganosa — promessa do governador de ter atitude para mudar. Essa equipe foi mantida pelos antecessores do secretário, mesmo tendo diferenças de opiniões com o último deles, mas desmontada desde que ele assumiu o posto. Apenas Thiara havia ficado, talvez pela ligação antiga com Rollemberg, pela confiança que ele tinha nela ou porque o secretário pouco entende de publicidade. Mas desde os primeiros momentos no cargo já se armava a queda dela.

O governador Rodrigo Rollemberg durante muitos meses viu a movimentação do secretário para derrubar a subsecretária e nada fez para impedir o desgaste: nem mediava a situação nem ousava, no limite, demitir um dos dois. Parecia acreditar piamente nas mentiras, fofocas e versões que o secretário lhe levava para queimar a subsecretária, mas mesmo assim a mantinha no cargo. Foi preciso muita insistência de alguns amigos que conhecem bem o modo de agir do secretário para que Rollemberg finalmente ouvisse o que Thiara tinha a dizer. Ouviu há duas semanas e até pareceu entender a situação artificial criada pelo secretário, mas acabou cedendo ao ultimato “ela ou eu”.


Fonte - Hélio Doyle

domingo, 22 de abril de 2018

Zé Felipe e Fabrício rumo ao sucesso



Com a ajuda da internet, a dupla sertaneja Zé Felipe e Fabrício vem conseguindo conquistar cada vez mais o público, principalmente o da capital federal, bem como da região do entorno. Em apenas uma semana o clipe da música “15 Modão”, já ultrapassou a marca dos seis mil acessos em um portal da internet.

Com pegadas românticas e modas de raiz, a dupla está bastante empolgada com a repercussão e já se preparam para o lançamento do DVD e divulgar o mais novo show da dupla.
       
Zé Felipe e Fabrício tem shows marcados tanto na capital federal, quando em diversos municípios do estado do Goiás, e a agenda não para de crescer. “As nossas músicas estão caindo no gosto da galera que busca qualidade na música sertaneja, que está em constante transformação”, contou Zé Felipe.

No início do ano, colocaram na mala o amor pela música sertaneja e o desejo de serem reconhecidos no meio artístico, deixando para trás a cidade de Santa Maria rumo a outras cidades brasileiras em busca da tão sonhada fama. Eles estão preparando uma turnê que começará em meados de maio.

No palco, os simpáticos músicos vão contar a história das suas vidas por meio das músicas que marcaram suas trajetórias. Entre músicas autorais e reproduções de grandes nomes do gênero musical, o show com voz, violão e sanfona promete embalar e emocionar o público com canções tais como 15 Modão, Vamo pro Buteco e Simples Ilusão. “Vai ser uma turnê bem intimista. Vamos contar toda essa história de forma crescente, desde os tempos aqui de Santa Maria até os dias de hoje – revela Fabrício.

Na época em que se conheceram, os músicos vinham de carreira solo e apresentações em barzinhos espalhados, principalmente, na região do entorno do Distrito Federal.

Depois de quase dois anos agitando a cidade, a dupla resolveu seguir novos rumos no interior dos estados de Goiás e Minas Gerais. Foi quando finalmente a dupla começou a encontrar o reconhecimento esperado.

Atualmente, a dupla tem a agenda cheia. A média é de 15 shows por mês e, por meio de projeto bem elaborado pela produção, iniciarão a turnê aonde prevê 20 shows em três estados brasileiros, entre apresentações em praças públicas e casas de shows.

A agenda da dupla está sob responsabilidade da Agência Satélite, também responsável pela publicidade e marketing. Contatos pelo telefone (61) 99678-7723 ou pelo e-mail sateliteagencia@gmail.com.



Fonte - Agência Satélite

Churrasco em comemoração ao Dia do Perito Papiloscopista