sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Novo Gama ocupa o 20º lugar entre as cidades mais violentas do país

Nos primeiros seis meses deste ano, Novo Gama registrou 27 homicídios, 26 tentativas, seis estupros e mais de 600 assaltos a pedestres


As tragédias familiares são vizinhas de porta no Novo Gama (GO). E, quando não convivem lado a lado, se reconhecem na rua. A reportagem percorreu a região de 108 mil moradores, que ocupa o 20º lugar entre as cidades mais violentas do país, de acordo com o Atlas da Violência de 2017. Nos primeiros seis meses deste ano, Novo Gama registrou 27 homicídios, 26 tentativas, seis estupros e mais de 600 assaltos a pedestres. Exemplos dessa triste estatística podem ser encontrados com facilidade nas ruas. É o caso da costureira Luzia de Arruda, 63 anos, moradora do bairro Lunabel. Ela perdeu dois filhos e nunca soube o motivo das mortes.

O primeiro filho levou um tiro pelas costas, em Pedregal, bairro do Novo Gama. O corpo do caçula, o último a morrer, foi encontrado em uma localidade conhecida como Grande Vale, com um saco plástico amarrado na cabeça, em 7 de setembro de 2015. A vítima foi espancada e, na sequência, morta a tiros. “Estava sem documento, sem celular, e a caminhonete dele foi incendiada no Jardim América. Eu tive alucinações. Passei a tomar remédios. Ele me visitava a cada 15 dias. Sempre que chega o dia de ele vir, eu desabo. Se vejo um carro parecido com o dele na rua, sofro”, conta.

Acerto de contas
Segundo Luzia, os crimes nunca foram solucionados. O sofrimento maior é pela perda mais recente. “Ele teve um passado difícil, mas se recuperou. Revendia carros. Foi muita crueldade. Enfiaram uma toalha na boca dele. Cobriram a cabeça com um saco. Eu não consigo entender”, lamenta. Para a mulher, o governo é muito distante da população e não conhece as necessidades dos moradores da cidade. “Pagamos impostos e não temos nada. Ninguém nos conhece”, desabafa.

Vizinha de Luzia, Silvia (também nome fictício), 38 anos, também tem uma história de violência. Perdeu o enteado de 19 anos, em fevereiro de 2014 e, hoje, cria o filho da vítima. “Ele ia a uma sorveteria quando foi surpreendido por dois homens, cada um com duas armas. Levou, ao menos, 21 tiros. Foi acerto de contas. Mas ninguém soube quem (efetuou os disparos). O bebê, à época, tinha 2 anos. Hoje, me chama de mãe. É meu filho e tento indicar um caminho diferente na vida”, emociona-se.

A aposentada Irene Oliveira Costa e Silva, 57, moradora do Pedregal, soube da morte do filho, Wilian, 30, em 25 de dezembro de 2015. Ele estava desaparecido há 12 dias e morreu espancado, vítima de latrocínio (roubo com morte). “Três pessoas abordaram meu filho e pediram o celular, mas não gostaram. Acharam o aparelho simples. Bateram nele até matá-lo. Enfiaram pedra na boca dele, chutaram e jogaram um paralelepípedo na cabeça. O irmão dele só o reconheceu no Instituto de Medicina Legal (IML) por causa de uma tatuagem”, recorda a mulher. “À noite, às vezes, ainda abro a porta do quarto dele, para olhá-lo dormir, como se ele estivesse lá”, revela.

Dois dos criminosos fugiram. O terceiro foi pego pela população e entregue à polícia. Irene conta que os outros três filhos percorreram toda a região e diversos hospitais em busca de 

Willian. “Até que o meu mais velho sonhou com ele. Ele pedia para ser encontrado e dizia que estava em um lugar frio. Ele acordou no dia seguinte e foi ao IML. Eu queria, se eu pudesse, trocar de lugar com ele”, chora.

Medo nas ruas
No comércio, o medo é regra e a sensação de segurança, exceção. Vadin da Silva Dias colocou grades na distribuidora de bebidas. A partir de 17h, só atende por trás das barras de ferro. A farmácia ao lado foi assaltada há cerca de duas semanas, e ele garante que só escapou da violência até agora “por ser muito cauteloso”. Proprietária da farmácia, Eliane (nome fictício) conta que é a quarta vez que o estabelecimento é assaltado. Ele (o criminoso) saiu da farmácia caminhando. Levou R$ 200 e deixou um trauma. Se eu não precisasse muito, não viria mais trabalhar aqui”, diz.

Bairro de Valparaíso colado ao Novo Gama, Céu Azul vive uma tensão semelhante no comércio. Na última quarta, um homem foi assassinado dentro de uma distribuidora de bebidas na região. O estabelecimento está fechado e com uma faixa preta na frente. Proprietário de uma loja de roupas nas proximidades, Marciel Lourenço, 37, conta que, em 2016, foi assaltado duas vezes pela mesma pessoa. O homem foi preso, mas já está solto e, às vezes, passa pela frente do estabelecimento. “Ele levou nossos produtos e tentou vendê-los nas proximidades. Por isso, conseguimos localizá-lo e denunciá-lo”, recorda.

De acordo com o comandante do 19ª Batalhão de Polícia Militar de Goiás (Novo Gama), tenente-coronel Daniel Santana, “a dificuldade que a PM tem é com a impunidade. A gente prende alguém, em um dia, e a pessoa é solta no outro. Isso gera sensação de insegurança”, ressalta. Com isso, o comandante afirma que as próprias vítimas deixam de ir às delegacias. “Ninguém quer ser testemunha. Temem pela própria vida.”

O delegado de homicídios e repressão a narcóticos de Novo Gama, Danilo Martins, admite que a violência na região é grande. Segundo ele, mesmo com a redução nos índices de crime, em relação ao ano passado, o número ainda está acima do que seria o ideal. “Tivemos uma melhoria em relação aos equipamentos, mas ainda enfrentamos problemas de escassez de pessoal, o ideal seria a contratação de mais policiais”, afirma.

Uma região esquecida
Professora do Departamento de Sociologia da UnB e coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança (Nevis), Maria Stella Grossi Porto avalia que o contexto da violência no Entorno “é complexo e com diversas variáveis”. Segundo ela, além da falta generalizada de condições de vivência urbana, como acesso a equipamentos públicos, saúde, educação, lazer e segurança, há, ainda, uma indefinição em termos governamentais sobre o responsável pelos municípios. “São cidades distantes de Goiânia e pouco interessantes para o governo estadual e, por outro lado, não são, a rigor, parte do Distrito Federal. Acaba se tornando uma terra de ninguém e, nesse sentido, faltam investimentos em todas as ordens”, explica.


Para o professor emérito do Departamento de Serviço Social da UnB e docente de psicologia social da Universidade Católica de Brasília (UCB) Vicente Faleiros, uma das alternativas para a diminuição da violência é a prevenção com um trabalho de rede estruturado. “É preciso envolver centros de saúde, assistência social, escola, conselhos tutelares, a igreja e a polícia. Os militares têm um papel importantíssimo nessa etapa, porque eles podem participar de palestras educativas, mas é preciso que essa rede esteja bem organizada”, avalia.

Na avaliação do estudioso, o desemprego, as drogas, a falta de acesso a políticas públicas e a ausência de espaços culturais nas cidades influenciam a entrada ao mundo do crime. “Não podemos estigmatizar o Entorno, mas há dimensões que precisam ser consideradas, porque são cidades onde há muita juventude desempregada, que servem como acesso para a rota do tráfico de drogas em Brasília e que não oferecem espaços de lazer e cultura, nem de acesso a políticas sociais”, alerta.

Apesar disso, ele considera que o crime organizado não tem limites. Na visão do professor, esses bandidos agem conforme a demanda. “Como, por exemplo, neste ciclo do crack, que é uma droga terrível, porque, além de inserir o jovem no mundo do crime, ele destrói o usuário”, pontuou.

* Sob supervisão de José Carlos Vieira

Três perguntas para
O comandante do policiamento do Entorno Sul, tenente-coronel Marques Nunes Azevedo

De que forma a polícia tem atuado no Entorno Sul, principalmente nas regiões de Valparaíso, Cidade Ocidental e Novo Gama?

Desde o ano passado, houve um incremento no policiamento ostensivo nas cidades entre o Novo Gama e Cristalina. O resultado refletiu nas reduções dos índices de criminalidade que estão caindo há mais de cinco anos seguidos, como os casos de homicídio, furtos, roubos a pedestres, roubo a residências e de veículo. De forma geral, no Entorno Sul, os homicídios reduziram mais de 23% e os outros casos de furtos e roubos em geral caíram 40%.

Qual é o efetivo policial das cidades de Valparaíso, Cidade Ocidental e Novo Gama?

Em Valparaíso, são 102 policiais divididos em escala de 24 por 72 horas. Já na Cidade Ocidental são 68 militares nessas condições. Além disso, a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás (SSPAP) disponibiliza, mensalmente, R$ 120 mil para pagamento de trabalhos extras remunerados. Um policial que está de folga recebe R$ 400 pelo dia de expediente. A partir do serviço remunerado e com o policiamento reforçado, os índices de criminalidade estão caindo. Hoje quase não existe mais latrocínio na região do Entorno Sul. Em Valparaíso e na Cidade Ocidental, estamos apreendendo quantidades expressivas de drogas e realizando várias prisões. Já em Novo Gama, nosso efetivo é de 129 homens. Temos, ainda, R$ 68 mil de verba extra remunerada dividida para complementar o serviço e, como em todo o Entorno Sul, os crimes na cidade estão reduzindo desde 2013.

Por que, mesmo com os índices em queda, os crimes no Entorno continuam assustando moradores?

Eu diria o contrário. Algumas regiões de Brasília impactam na segurança do Entorno. É o caso das cidades de Santa Maria, Gama e São Sebastião. Por terem uma população maior que as cidades do Entorno, isso acaba refletindo aqui. Além disso, há todo um estigma do Entorno como uma região violenta.


Fonte - Correio Braziliense

GIH/Genarc de Novo Gama elucida 100% dos homicídios consumados no 1° semestre de 2017

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De acordo com dados produzidos pela 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC), a unidade chegou ao final do primeiro semestre deste ano com 100% dos homicídios consumados em 2017 entre janeiro e junho.

O desempenho é considerado um fator determinante para a forte redução de homicídios no município, em comparação com 2016, quando foram registrados 41 assassinatos executados no mesmo período de tempo. Neste ano, registraram-se 26 ocorrências. A diminuição percentual ficou em 36,5%.

Esses números foram alcançados com trabalho investigativo realizado pela PC-GO, por intermédio do GIH/Genarc de Novo Gama. “Esses grupos, com apenas quatro agentes de polícia, prenderam 23 suspeitos de homicídios, crime de complexa investigação, além de 10 traficantes e 15 envolvidos em outros crimes como roubo de carga, receptação e porte de arma de fogo".

Em 2017 a PC-GO (GIH/GENARC) atingiu 100% de elucidação de homicídios, em Novo Gama.

Números do GIH/Genarc de Novo Gama entre janeiro e junho de 2017:
– 26 homicídios;
– 26 casos solucionados;
– 23 homicidas presos.

A equipe do GIH/Genarc de Novo Gama é composta pelos agentes de polícia Francisco Bezerra, Carlos Walber, Carlos Bastos e Vinícius Bueno e dos escrivães Eduardo Bastos, Filipe Moreira e Glaucimar Carvalho. a equipe atua sob a coordenação do delegado Danillo Martins.


Fonte - Delegacia de Polícia Civil de Novo Gama

Idosa de 71 anos é estuprada e agredida após ser arrastada para terreno baldio

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Quando se dirigia para um posto de saúde, uma idosa, de 71 anos, foi vítima de estupro, na cidade de Anaurilândia. Ela foi arrastada para o meio de um matagal.

A idosa estava se dirigindo para uma unidade de saúde da região, onde mora, quando foi abordada por um homem que saiu de um terreno baldio e a obrigou a entrar com ele em meio a um matagal.

Ele estava usando uma touca e uma capa preta. O autor fez ameaças a idosa que foi estuprada e agredida por ele. Em seguida ao crime, o homem fugiu e a vítima procurou ajuda sendo levada para o hospital da cidade.

Mas, por causa dos vários ferimentos teve de ser transferida para o hospital de Dourados. A polícia investiga o caso e não há informações se o autor já foi localizado.


Fonte - Midiamax

Traficante preso em Novo Gama

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Policiais Civis do GIH/GENARC de Novo Gama, coordenados pelo Delegado Danillo Martins, com apoio operacional do BP Cães da PMDF, prenderam em flagrante a pessoa de SADRAQUE DA SILVA JÚNIOR, vulgo "SAPÃO" pela prática dos crimes de tráfico de drogas e posse de arma de fogo de uso permitido. 

A imagem pode conter: 1 pessoaA equipe da PCGO vinha investigando o tráfico de drogas na região do Conjunto 11HC há alguns meses, já tendo efetuado prisões na região. Durante essas investigações, foram obtidas informações sobre intensa movimentação de usuários na casa de SADRAQUE, sendo que ele comercializava a droga através de uma janela que dava direto para a rua. 

Foi representada pela busca e apreensão no endereço, sito na Rua 3, 11 HC, Novo Gama. Considerando que em datas pretéritas já haviam sido realizadas buscas no local, sem sucesso na localização de substâncias entorpecentes, foi solicitado apoio do BP Cães, da PMDF. 

Nesta data, foi realizada a busca na casa do suspeito, com utilização dos cães farejadores, quando foram localizadas porções de maconha (aproximadamente 350 gramas), bem como cocaína, além de pinos usados para comercialização de drogas, e ainda foi apreendida uma arma de fogo, tipo garrucha, aparentemente calibre .32. 

A imagem pode conter: 1 pessoa, em pé, cão e atividades ao ar livreO preso confessou vender drogas no local, e disse ter comprado a arma para se defender. SADRAQUE foi autuado por tráfico e posse de arma de fogo, ficando à disposição do Poder Judiciário.

SADRAQUE já foi autuado por: tráfico de drogas em 2008 na 1°DP PCDF - Asa Sul; porte ilegal de arma de fogo em 2003 na 14° DP PCDF -Gama; ameaça e violação de domicílio no âmbito da Lei Maria da Penha em 2005 - DEAM PCDF; assim como ameaça também pela Lei Maria da Penha em 2002 na 33° DP PCDF - Santa Maria.

Na oportunidade, ressalte-se o relevante auxílio prestado pela equipe do BPCães da PMDF, atuando em cooperação com a Polícia Civil de Goiás.

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Fonte - PCGO
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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

NAMORADA MEXIA NA CONTA BANCÁRIA DE MARCELO REZENDE, E O QUE ELE COMPROU REVOLTA

Resultado de imagem para NAMORADA MEXE NA CONTA BANCÁRIA DE MARCELO REZENDE, E O QUE ELE COMPROU REVOLTAApós a morte do apresentador Marcelo Rezende a briga entre os filhos do comunicador e a namorada dele, a jovem Luciana Lacerda, está longe para acabar. Ao que parece, Luciana tinha livro acesso a conta bancária do comunicador e isso, preocupou os herdeiros. Tudo porque nos últimos dias de vida de Rezende, a namorada decidiu realizar alguns desejos dele.

Nos últimos meses, por exemplo, ela comprou uma Lamborghini e uma Mercedes-Benz. Os carros somados ultrapassam R$ 2 milhões de reais. Luciana também teria adquirido imóveis. No entanto, tudo foi colocado no nome do apresentador, mas o que se sabe até o momento, é que ele deixou uma surpresa no seu testamente e isso, tem causando uma grande fúria entre os filhos herdeiros.

O testamento de Marcelo Rezende privilegia namorada e filhos ficam revoltados, o documento teria sido aberto nessa segunda-feira (18), o apresentador fez sua vontade e deixou os carros recém-adquiridos com Luciana. A informação foi dada com destaque pelo jornalista Felipeh Campos, do ‘’A Tarde é Sua’’, da RedeTV!.

No vídeo é citado que já muito doente Marcelo fez questão de viajar com a Lamborghini de sua casa até um centro de terapia. A decisão em deixar esses bens para a namorada revoltou os outros herdeiros do apresentador.

O imóvel de R$ 14 milhões teria sido deixado para os cinco filhos. Mas a briga não acabou por aí, Luciana acabou sendo enxotada pelos filhos do comunicador, eles mudaram todas as fechaduras da casa onde ela estava morando com Marcelo para que ela não tivesse acesso aos bens materiais ali deixados.


Fonte - Felipeh Campos, do ‘’A Tarde é Sua’’

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Maníaco arromba túmulo e violenta cadáver de mulher sepultado um dia antes


O corpo de uma mulher de 59 anos, que tinha sido sepultado nesta terça-feira (19), foi retirado do túmulo e violentado. O ato, de vilipêndio ao cadáver, aconteceu na madrugada desta quarta-feira (20) e foi descoberto pela manhã por funcionários do Cemitério Municipal do Boqueirão, em Curitiba.

De acordo com a Guarda Municipal (GM), logo por volta das 8h40, as equipes foram acionadas. “Quando chegamos, encontramos o caixão aberto, jogado no chão e o corpo tinha sinais de que havia sido violentado”, explicou o GM Adilson.

A Polícia Civil foi acionada e foi coletado o material que comprova que realmente houve abuso no corpo da mulher morta. “Pra gente, não resta dúvida. Mas vai ser difícil encontrar a pessoa, pois no cemitério não tem câmera de segurança e não temos nenhuma hipótese”, disse o guarda.

Enquanto os investigadores trabalhavam no local, os guardas municipais lembraram que, há aproximadamente um ano, outro caso parecido foi registrado também no cemitério do Boqueirão. “Da primeira vez, foi uma idosa de 89 anos. Com certeza, pode ser alguém que observa a movimentação do cemitério, pra saber dos sepultamentos”, considerou o GM.

A investigação do vilipêndio fica sob a investigação do 7º Distrito Policial (DP). A família da vítima foi avisada sobre o que aconteceu e o corpo deve voltar a ser sepultado depois do final do trabalho da polícia. “A gente trabalha nessa área e tá acostumado com muita coisa, mas isso ainda assusta”, desabafou o guarda municipal.


Fonte - Tribuna PR